quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Você sabe para onde vai o seu "suado" dinheiro?

Muitas pessoas não tem o hábito de fazer orçamento por desconhecerem a sua importância no controle dos gastos. O orçamento é o ínicio para você definir objetivos e estabelecer o planejamento financeiro. Para a realização do orçamento, você precisa comprar a idéia de que o primeiro passo é "organização e disciplina financeiras".
Muitas vezes sobra "um pouquinho de dinherio" e pensamos, vou comprar um par de sapatos que está em promoção na loja X, apesar de ter 3 pares de sapatos semelhantes. Lembre-se, por menor que seja esse valor hoje, se você tiver disciplina, ao longo do tempo poderá se tornar um capital razoável, que contribuirá na realização de um sonho maior.
Adquirra mentalidade positiva de poupança, comece a poupar logo, mesmo que seja pouco. Economizar é como fazer ginástica, no ínicio é difícil, depois quer percebemos seus benefícios se torna um prazer. Além de poupar, tem que saber investir.
Porque devemos poupar? Certamente, para atingir algum objetivo. Imagine a seguinte situação: Uma pessoa que gasta todos meses em torno de R$ 100,00 com gastos supérfluos. Se essa pessoa investir estes valores por 12 meses, considerando uma taxa de juros de 0,60% a.m., observe quanto ela teria ao final de:

12 meses (1 ano) = R$ 1.240,00
24 meses (2 anos) = R$ 2.573,00

O que acha de popuar essa grana para gastar nas merecidas férias? Ou que tal, guardar para comprar aquele televisor de 29 polegadas? É extremamente fácil, cumprir nossos objetivos. Com esse simples exemplo, perceba como é fácil trocar consumo por investimento e fazer a taxa de juros trabalhar a seu favor.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Empreendedorismo


Para ser bem-sucedido, o empreendedor não deve apenas saber criar o seu próprio empreendimento. Deve também saber gerir seu negócio para mantê-lo e sustentá-lo em ciclo de vida prolongado e obter retornos significativos de seus investimentos. Isso significa administrar, planejar, organizar, dirigir e controlar todas as atividades relacionadas direta ou indiretamente com o negócio.
O espírito empreendedor envolve emoção, paixão, impulso, inovação, risco e intuição. Mas deve também reservar um amplo espaço para a racionalidade. O balanceamento entre aspecos racionais e emocionais do negócio é indispensável. Saber fixar metas e objetivos globais e localizar os meios adequados para "chegar lá", da melhor maneira possível. Isso significa estratégia. Contudo, os meios adquados são extremamente diversos. O empreendedor precisa saber definir seu negócio, conhecer profundamente o cliente e suas necessidades, definir a missão e a visão do futuro, formular objetivos e estabelecer estratégias para alcançá-los, criar e consolidar sua equipe, lidar com assuntos de produção, marketing e finanças, inovar e competir em um contexto repleto de ameaças e de oportunidades. Um leque extenso. Uma corrida sem fim. Mas extremamente gratificante.
À sombra das grandes organizações empresariais que conduzem enormes negócios e cobrem amplos mercados, existe um emaranhado de pequenos ninchos de negócios que precisam ser rapidadmente detectados, localizados e abocanhados por empresas de pequeno porte. Esses ninchos passam despercebidos a essas grandes organizações, que não conseguem vislumbrá-los ou localizá-los em seus horizontes grandiosos. Em um mundo carregado de mudanças e transformações que se sucedem em velocidade crescente, ao ccontrário das grandes empresas - que, pelo seu enorme tamanho e proporção, carecem de rapidez e de agilidade na tomada de decisões e na alteração de rumos -, os pequenos negócios caracterizam-se pela enorme flexibilidade e facilidade nas manobras estratégicas e na mudança rápida em seus mercados, produtos e serviços. De fato, as pequenas empresas possuem caracteristicas específicas - agilidade, inovação, e incrível rapidez de resposta - que são invejadas pelas grandes corporações. Daí o o fato de que muitas delas procuram desdobrar-se em pequenas unidades estratégicas de negócios a fim de aproveitar as vantagens típicas das pequenas organizações.
A cada dia que passa entra no mercado uma imensa variedade de pequenas e médias empresas, demonstrando a pujante vitalidade da nossa economia. Por outro lado, o número de empresas desse porte que cerram suas portas é extremamente preocupante. A mortalidade prematura dos pequenos negócios é extremamente elevada. Motivo? Quase sempre o problema não está no mercado nem no produto, mas na maneira improvisada de planejar e tocar os pequenos negócios.
Se você deseja abrir seu próprio negócio, instalar sua própria empresa, empreender um firma, ganhar autonomia e independência financeira ou ampliar e expandir seus negócios atuais, lhe desejo boa sorte. Mas a sorte - embora necessária - não é suficiente para você se sair bem nessa longa empreitada. É preciso que você tenha informações seguras e confiáveis para ser bem sucedido. Esta talvez seja a sua principal arma, a sua vantagem competitiva preliminar: saber exatamente o que fazer, quando, quanto, como e onde. O conhecimento, nesse caso, é o principal recurso inicial e a garantia do seu futuro sucesso. Boa parte das empresas jovens não deu certo por causa da desinformação. A mortalidade prematura de nossas empresas é elevadíssima. Muita gente de talento e competência técnica soçobrou pela insuficiência de informações sobre o negócio a que se tinha dedicado com tanto afinco e perseverança.